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Acusado de atirar contra seguranças é condenado a quase 3 anos de prisão

Djaelson Moura foi condenado, mas responderá pelo crime em liberdade.
Motivo do ataque foi uma recusa de atendimento hospitalar à esposa dele.

Acusado de tentativa de homicídio após atirar contra dois vigilantes que trabalhavam em 2010 como seguranças do Hospital Hélvio Auto, Djaelson Moura da Silva foi condenado, na noite desta segunda-feira (30), a 2 anos e 8 meses de reclusão. Porém, como a justiça desclassificou o crime por disparo de arma de fogo, reconheceu o atenuante da confissão pelo réu, e considerou a ausência de lesão nas vítimas, ele vai cumprir a pena em regime aberto.

Com isso, Djaelson Moura deve cumprir parte da pena com prestação de serviço comunitário. Já que ele já cumpriu quase 8 meses de prisão.

Crime
O fato, acontecido em 2010, teria sido motivado após a recusa de atendimento hospitalar da companheira de Djaelson Moura. A acusação do Ministério Público Estadual (MPE/AL) foi de tentativa de homicídio sem qualificadoras, já que as vítimas não foram atingidas pelos disparos, contra os  vigilantes Damião Alves Vieira e Antonio Mendes Matos.

Segundo o MPE/AL, Djaelson, inconformado com a recusa de atendimento da esposa, teria danificando a porta principal e ameaçado os seguranças. Cerca de trinta minutos depois da ameaça, ele teria retornado e efetuado vários disparos em direção aos seguranças, que escaparam dos tiros.

A defesa contestava essa informação, alegando que seu cliente teria agido em estado de desespero e também teria sofrido preconceito por estar sem camisa, descalço e alcoolizado.

“Era um dia de sábado e meu cliente estava tomando uma cerveja em casa, como todo mundo faz, quando sua esposa passou mal e ele a levou para receber atendimento médico. Ao chegar ao hospital, ele foi enxotado e empurrado, além de ter sido proibido de entrar sob a mira de armas”, declarou o advogado que solicitava a extinção da punição.

Fonte: G1




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